[Filme] Para todos os garotos que já amei


      Baseado no primeiro livro da trilogia de romances escritos por Jenny Han e adaptado para filme por Sofia Alvarez, “Para todos os garotos que já amei” (resenha literária aqui), é um romance que tem como cenário o colegial americano. Assim como no livro, o original Netflix nos apresenta Lara Jean Covey, a filha do meio de três irmãs e um pai viúvo. Sonhadora e com amores platônicos, a adolescente escreve cartas amorosas para os garotos pelos quais já esteve apaixonada. Porém, sua intenção é nunca enviá-las. Em meio ao cenário de caos que seu quarto apresenta a caixa de chapéus azul petróleo, uma recordação da falecida mãe, desaparece levando consigo todas as cartas escritas pela Lara Jean.


            Durante as primeiras cenas, o espectador é levado para o universo recriado por Susan Johnson facilmente. E mesmo para aqueles que ainda não leram os livros (ou pelo menos o primeiro) é difícil não se encantar ou se reconhecer na história. Os alívios cômicos acontecem nos momentos exatos e embora alguns críticos acreditem que o filme não apresenta nada de novidade ao gênero em que se enquadra, é bem notável o crescimento e amadurecimento da personagem principal ao logo do enredo.


            A riqueza de detalhes usada nos elementos cenográficos é encantadora e faz referência direta as capas dos livros de Jenny Han. Como interprete da  personagem principal temos Lana Condor, que já atuou em X-Men: Apocalipse, que de modo bem simpático e carismático dá vida a nossa querida “Laranjinha”. O embuste do leitor/espectador fica por conta da irmã mais velha da adolescente,  já que Margot consegue ser ainda pior no filme. E os “boy magia” que antes ficavam no imaginário de todas as leitoras, estão presentes na história do filme muito bem representados.


            De maneira geral, “Para todos os garotos que já amei” é sem sombra de dúvidas um dos melhores filmes do ano, bem ao estilo comédia romântica adolescente. Além disso, segue a linha dos bons roteiros literários que foram adaptados esse ano (Com amor, Simon  - por exemplo) e nos faz sentir mais leves, românticos e apaixonados pela vida como um todo. 

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